sexta-feira, 23 de maio de 2014

Por Walmir Celestino de Andrade Junior
Bolsista do PIBID-Geografia
Universidade Federal da Fronteira Sul



As reuniões de professores estão cada vez mais restritas aos assuntos de cunho burocrático e organizativo. Poucas vezes são ocorrem trocas de experiências e pontos de vista.
Essa restrição quase que absolutista ao cunho burocrático das reuniões acaba deixando de lado a troca de experiências dentro de sala de aula. Assunto esse que é muito proveitoso no que tange ao aprimoramento docente.
Quando o professor restringe a ele os problemas que enfrenta dentro de sala de aula,a sensação que ele fica é a de exclusividade no problema,mas, quando esses problemas são debatidos entre os professores com a troca de experiência, esse problema deixa de ser dele e passa a ser de todos.

terça-feira, 13 de maio de 2014

O Diário de bordo como ferramenta para reflexão docente

Por Silvana Pires de Matos
Bolsista PIBID-Geografia
Universidade Federal da Fronteira Sul-Campus Erechim

      O Diário de Bordo, se caracteriza por ser uma ferramenta de acompanhamento pedagógico, o qual irá orientar o docente acerca do planejamento e execução de seu trabalho, sobretudo é um modo de nortear a prática profissional durante a tomada de decisões referente ao planejamento, uma vez que a partir de suas anotações haverá reflexões e questionamentos que encaminham para um nova organização. Com base em Pórlan e Martín, (p.57) o fato de manter um diário da nossa experiência de ensino envolve a implementação de um método de desenvolvimento profissional contínuo, e, como tal, um processo em que podemos destacar os momentos e fases relativamente distintas. Considero que através do diário de bordo a função do mesmo se caracteriza por oferecer subsídios para transformar ideias e concepções para uma nova prática conscientemente dirigida, avaliada e planejada.
      Ao escrever sobre planejamento docente, pedagogicamente já sabemos, que para realizar uma boa aula, esta deve ser deve ser planejada para ser um espaço de aprendizagem  e  de  produção  de  conhecimentos. Para que o assunto seja bem trabalhado em aula, cabe ao professor a responsabilidade de reservar um tempo para se dedicar ao estudo do tema da aula,  buscando  referências  para  serem  indicadas  e  discutidas  com  os  alunos,  como reportagens  atuais,  textos de livros ou internet entre outras fontes, contudo sem desvalorizar a utilização  do  livro  didático,  o  qual  considero  uma  ótima  ferramenta  de  orientação  para  os professores.  Outro  tópico  relevante  na  organização  de  uma  aula  é  pensar  qual  metodologia será utilizada para  trabalhar  o tema da aula,  como por exemplo,  estudos de campo, vídeos, utilização de mapas ou cartazes, aula prática, aula expositiva dialogada ou outras ferramentas.
       Sendo  que  o  objetivo  do  professor  deverá  não  ser  de  manter  os  estudantes  com  um  ensino “decoreba”  ou  depositar  neles  conteúdos,  pois  o  docente  junto  com  o  discente  está  em constante processo de aprendizagem, “aprende ao ensinar e ensina ao aprender”.
       Assim a aula não deverá ser um momento de audição, de contemplação e de repetição, que  mantém  o  sujeito  na  passividade,  e  sim  um  momento  de  diálogo  e  troca  de conhecimentos.  Os professores, assim como outro profissional trazem consigo uma história de vida própria, com marcas temporais e de  espaços  de  sua  vivência,  os  aspectos  citados  constroem  o  modo  de  pensar  e  agir  dos professores, pois está vinculado a saberes próprios que serão compartilhados com seus alunos. Contudo, compreendo que na sociedade atual é necessário que a formação docente  vise  uma  prática  reflexiva  e  com  constantes  análises  de  sua  atuação,  para  novas construções de conhecimentos, aí a importância de manter um Diário de Bordo como uma ferramenta para reflexão.
       Por fim sobre  a prática  docente, é relevante destacar, que o professor irá se definir como profissional no trabalho e pelo trabalho  (FARIAS et al, 2009, p.69),  compreendo  que  através  do desenvolvimento de  atividades cotidianas do docente, seja em sala de aula ou mesmo fora do espaço escolar, que este constrói seus saberes e experiências, pois a partir de suas práticas e  conhecimentos  obtidos em sua formação, é que este sujeito  visando superar  dificuldades se torna  um  aprendiz,  em  que  irá  fazer  e  refazer  suas  práticas,  contudo  destaco  que  não  é  o docente  sozinho  que poderá mudar a realidade da educação, todavia mudanças nas ações e concepções dos professores são necessárias.

REFERÊNCIAS

PORLÁN, R; MARTÍN, J.El diario como instrumento para transformar la práctica. In:______El diario del professor: Un recurso para la investigación en el aula. [S.l. S.n.] Disponível em: <http://profesorailianartiles.files.wordpress.com/2013/03/diario-del-maestro.pdf>  Acesso em 26 abr. 2014.


FARIAS, Isabel M. S. de et al. Didática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Líber Livre, 2009

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Aprimorando a Educação para formar melhores Cidadãos


 Por Alexandra Carniel
Bolsista Pibid Geografia
Universidade Federal Federal Da fronteira Sul

Através do PIBID (Programa de Iniciação de Bolsas a Docência), nós bolsistas, estudantes de Geografia da UFFS, estamos adquirindo novas vivências e experiências que contribuirão para nosso futuro profissional como docentes.
Realizamos entrevistas com os alunos das respectivas escolas, fizemos nossa análise e debatemos sobre a mesma.
                Também estamos estudando o PPP (Projeto Político Pedagógico) das Escolas para sabermos como melhor nos inserirmos nas atividades escolares.

                Sabemos que a educação em nosso País precisa mudar, e a profissão e a visão do professor em sala de aula precisa ser mais valorizada, para podermos formar cidadãos críticos capazes de mudar para melhor a realidade de nosso país.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

A MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM


Por Marcos Adriano Kühn
Bolsista PIBID – Geografia
Universidade Federal da Fronteira Sul campus Erechim

Com o decorrer dos anos podemos perceber que o processo de aprendizagem não é mais como antigamente, os alunos mudaram e é possível notar que é cada vez mais comum uma nova estruturação das famílias. Desse modo, as escolas e a sociedade estão tendo que se atualizar,alterando seus pontos de vista e seus métodos de trabalho, para buscar uma nova forma de educar.
Um dos grandes dilemas das escolas e de seus professores atualmente é como estimular a aprendizagem dos alunos, ou seja, buscar motivações para os estudantes e fazer com que eles tenham vontade de estudar, de ir para a escola e de querer“ser alguém” no futuro. Nós como acadêmicos de um curso de licenciatura temos o dever de refletir sobre esse tema e buscar meios para incentivar nossos alunos.

Como dito anteriormente, está cada dia mais difícil manter os alunos motivados em sala de aula, então o que nós futuros professores podemos fazer para estimulá-los? Tentando responder esta pergunta, acredito que transformar a sala de aula num ambiente mais interessante para os estudantes é uma maneira de transformar a educação, procurar por atividades diferenciadas e porque não divertidas que façam com que os alunos sejam mais participativos e criativos. Está lançado o nosso desafio no PIBID.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

DESAFIOS QUE NÃO "APARECEM" NA TEORIA.


POR  CATIA RITTER
BOLSISTA DO PIBID - GEOGRAFIA
UFFS/ Erechim.

             A inclusão de alunos com deficiências nas escolas públicas pode ter trazido muitos benefícios para estas crianças e suas famílias, porém, o que se observa nas escolas é a falta de estrutura tanto física, como pedagógica para atender essas crianças, dificuldades em encontrar professores especializados nas escolas,  falta de salas com estrutura para trabalhar com essas crianças, que necessitam permanecer na escola em turno contrário ao que frequentam as aulas, entre outros problemas enfrentados, estão sendo poucamente discutidos.
            Essa é uma realidade que precisa ser discutida, não apenas nas escolas, mas na universidade também, pois realmente esses professores em formação estarão preparados para trabalhar com essa diversidade de alunos?
            A teoria que aprendemos na universidade nos dá uma "falsa" impressão que estaremos "aptos" para enfrentarmos qualquer desafio e ainda sairmos "vitoriosos" da situação, mas na prática será que será assim mesmo?
            A realidade enfrentada no cotidiano das escolas por esses "guerreiros" ao qual chamamos de professores, vai além daquilo que é discutido nas Universidades na formação de profissionais docentes, estes acadêmicos quando formados, irão se deparar com uma realidade que vai muito além do que a "teoria" que lhes foi apresentada durante sua formação.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

PIBID- agregando conhecimentos através de desafios

Por Daiane de Almeida Quadros
Bolsista PIBID- Geografia
Universidade Federal da Fronteira Sul- Erechim

Com o grupo completo, 15 bolsistas, iniciamos essa semana, com apresentação dos novos e “velhos” integrantes, com uma breve exposição do Projeto, alguns recados e organização dos bolsistas para as três escolas onde o PIBID está inserido.
Na semana passada, foram realizadas entrevistas nas escolas Salgado Filho e no Érico Veríssimo, com alunos, professores e gestores. Assim, socializamos algumas respostas, que durante os encontros com leituras e discussões serão debatidas com mais cuidado.
No entanto, a cada reunião com coordenadores, supervisores e bolsistas, e encontros nas Escolas, estamos mais inseridos no âmbito escolar. Desta maneira, agregando nossos conhecimentos e nos tornando mais interessados nas práticas pedagógicas.
Espera-se que este desafio, que pode ser assim chamado, o PIBID, nos proporcione diversas experiências, muitas dúvidas e realizações. Que possamos realizar um trabalho notável em equipe, para que nossos objetivos sejam alcançados.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Iniciando as atividades nas Escolas


Por André Ricardo Furlan
Bolsista PIBID Geografia / Erechim-RS
Universidade Federal da Fronteira Sul

Primeiramente o grupo que no momento conta com nove bolsistas efetivos foi dividido em dois grupos na reunião semanal realizada dia 7 de abril. Foram designados para a Escola Estadual de Ensino Fundamental Salgado Filho os Pibidianos: Alexandra Carniel, Daiane de Almeida Quadros, Marcos Adriano Kuhn, Roselaine Iankowski Correia da Silva e Silvana Pires de Matos. Já para a Escola Estadual de Ensino Médio Érico Veríssimo foram indicados os bolsistas: André Ricardo Furlan, Catia Roseli Ritter, Walmir Celestino de Andrade Junior e Washington Douglas Nunes Lira.
A partir da reunião foi pensada uma entrevista com cinco questões para aplicar nas escolas, desta forma foi elaborado um questionário com roteiro semi-dirigido que foram desenvolvidas nas três instancias da escola, Alunos, Professores e Gestores. As questões foram as seguintes:

  1. Que escola temos?

  1. Como são os sujeitos dessa escola:
Dos seus alunos?
Dos seus professores?
Dos seus gestores?

  1. O que você espera:
Dos seus alunos?
Dos seus professores?
Dos seus gestores?

  1. Quais é seu objetivo na escola?

  1. Que escola queremos?

As entrevistas foram gravadas em áudio e serão transcritas pelos bolsistas, para dar continuidade com o debate na próxima reunião semanal do PIBID Geografia. Este questionário servira de base para refletir sobre a escola para poder realizar as intervenções.
Portanto este foi o primeiro contato dos bolsistas com a escola, sendo de grande proveito, pois desta forma os Pibidianos se inserem diretamente na escola tendo contato com os Alunos, Professores e Gestores.